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Acadêmicos analisam casos de hipertensão
14/12/2004
Acadêmicos analisam casos de hipertensão
Funcionários da UNIDAVI foram fonte de estudo para acadêmicos da 2ª fase do curso de Enfermagem nesse segundo semestre de 2004. Os estudantes entrevistaram e examinaram 135 pessoas (80 mulheres e 55 homens) no câmpus Rio do Sul, para analisar o índice de hipertensão no grupo.
Entre os integrantes do sexo feminino se diagnosticou que 10% estavam com a pressão elevada, 12,5% são fumantes e 25% fazem uso de medicamentos relacionados ao controle de hipertensão e ou antidepressivos. Entre os homens se concluiu que 23,63% são hipertensos, 46,15% são obesos, 15,38% são fumantes e 23,07% fazem uso de medicamentos para controle de pressão arterial ou de calmantes.
O estudo constatou que o índice de hipertensão entre os funcionários da universidade, não é muito diferente dos dados nacionais. No Brasil, 10% a 15% da população é hipertensa, porém desconhece que é portadora da doença. A maioria das pessoas não apresenta sintomas, por isso a pressão alta é chamada de "doença silenciosa", e pode causar vários danos ao coração, cérebro, vasos sangüíneos, rins e visão.
A turma de Enfermagem explicou aos funcionários que, embora não exista cura para a hipertensão, ela pode ser prevenida e controlada. A orientação é de que se tome alguns cuidados especiais como: fazer exercícios físicos, manter o peso ideal através de uma alimentação saudável, controlar o estresse e reduzir o uso do fumo, álcool e alimentos ricos em gordura e sal. A intenção dos acadêmicos com o estudo foi orientar os funcionários como forma de diminuir as complicações da hipertensão e promover uma melhor qualidade de vida.
Sônia Regina da Silva (SC-00737-JP)
sore@unidavi.edu.br