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Projeto Som e Luzes chega às escolas

02/09/2003


Depois de passar por avaliação durante as comemorações dos 37 anos da UNIDAVI em julho, o Projeto Som e Luzes volta a ser exibido a partir desta terça-feira, 2 de setembro, no Parque Universitário Norberto Frahm. A meta deste período é receber estudantes de todas as faixas etárias de escolas de Rio do Sul e posteriormente possibilitar que toda a comunidade do Alto Vale conheça o projeto.  

Durante toda esta semana, entre 2 e 5, a partir das 19h30min. a viagem no tempo será realizada pelos alunos da Escola de Educação Básica UNIDAVI. Na etapa seguinte, com o apoio da Secretaria de Educação de Rio do Sul, as escolas da rede municipal terão a oportunidade de prestigiar o espetáculo. Já, na terceira semana será a vez dos acadêmicos da UNIDAVI agendarem sua participação.  

Para as apresentações a UNIDAVI, através da Assessoria de Comunicação, estará disponibilizando gratuitamente convites numerados, respeitando o limite de público na arquibancada que é de 220 lugares a cada noite.  

O Projeto  

Único de Santa Catarina e quarto no Brasil, o Som e Luzes da UNIDAVI é uma proposta do reitor, Jaime Pasqualini desde que a universidade adquiriu e revitalizou a área localizada no encontro dos rios. Hoje Parque Universitário Norberto Frahm.  

O projeto possibilita ao espectador conhecer um pouco mais sobre a história da colonização de Rio do Sul, pois foi no encontro dos rios Itajaí do Sul com o Itajaí do Oeste, águas que formam o Itajaí Açu que a cidade nasceu. 

Escrita pelo gaúcho, José Clemente Pozenato, autor do livro "O Quatrilho", e sob a direção do artista gráfico e diretor de teatro, Mauro Tenório Pedrosa, o projeto convida a fazer uma viagem no tempo. É uma viagem feita com a imaginação através de som e de luzes. Uma viagem que conta a história de índios, alemães e italianos que juntos construíram a cidade. 

As vozes, de artistas da Rede Globo como Vladimir Brichta, Claudio Gabriel, Isabel Cavalcanti e Ana Paula Bouzas Martins, foram gravadas sob a direção de Pedrosa em estúdio no Rio de Janeiro, onde os atores residem. 

Usando a criatividade o diretor conseguiu fazer um projeto bem abaixo do custo. Os equipamentos são nacionais e a operação é toda manual, tornando o espetáculo menos mecânico e mais artístico, diferente do que ocorre em outros espetáculos como os de Caxias do Sul e São Miguel das Missões onde tudo é computadorizado. 

 Sônia Regina da Silva (SC-00737-JP) 

 sore@unidavi.edu.br

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